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24/03/2014 - Revista PLANETA ÁGUA

Ah, se eu fosse presidente, juro que daria um banho de água e de energia neste governo

Caro leitor, você já refletiu de verdade sobre duas simples e curtas palavras: ÁGUA e ENERGIA? – Pois bem, para simplificar: Água é o recurso primário que garante a existência da vida, já a Energia: é o recurso secundário que garante a qualidade de vida das pessoas (...). 

Mas qual é o significado da palavra “recurso”? – Segundo o dicionário de língua portuguesa, recurso é: o “ato ou efeito de recorrer... – algo que pode ser usado para apoiar ou ajudar... – meio empregado para vencer uma dificuldade ou um embaraço...” – Desta forma, recursos de água e de energia são, na verdade, atos ou efeitos de recorrer, ou os meios empregados pelo homem que o ajudam a manter a VIDA e a QUALIDADE DE VIDA. – Seria esta afirmação pura ou vã filosofia? 

Para países de todo o mundo, as disponibilidades de recursos de água e de energia são consideradas questões estratégicas e de soberania nacional, e são tratadas com a seriedade e respeito que merecem. Infelizmente, num país como o Brasil, que é permissivo, e não é sério, como já declararam anteriormente tantas e importantes personalidades brasileiras e até estrangeiras, o povo já se acostumou com as rotinas da falta de segurança, de transporte, de educação, de saúde, e com o alto grau de corrupção em todas as esferas governamentais, e também a viver sem o mínimo de dignidade. Mesmo vivendo (ou tentando sobreviver) no país onde se têm as maiores taxas de impostos do mundo, fica difícil de a maioria dos nossos governantes entenderem a água e a energia como questões de soberania nacional. Parece que existem outras prioridades para eles... – Na verdade, para muitos deles é uma questão estratégica sim, mas é apenas mais uma oportunidade para o desenvolvimento de obras milionárias, e para a contratação de empreiteiras que se acordam entre si, e “etc”(...). Um exemplo disso é a indústria da seca do nordeste que existe desde sempre... – Por outro lado, hoje, para alguns de nossos políticos, a preocupação já é outra, pois quanto mais se aproximam as eleições de outubro, mais esses recursos não passam de uma questão de voto, ou, por ironia do destino, passam a ser uma questão de perda de voto, na verdade muitos milhões de votos e, é claro, da tão sonhada reeleição e da continuidade da situação(...). 

Como em outros anos, apenas quando os níveis das águas dos reservatórios das usinas hidrelétricas e dos açudes de captação de água para tratamento e distribuição atingem níveis extremamente baixos, é que a população começa realmente a se preocupar com a situação. Acredito que isso seja uma questão cultural. Infelizmente, os governos estaduais e federal têm a mesma cultura e agem da mesma forma, mas com alguns agravantes, que pioram em muito o cenário das crises de desabastecimento desses recursos, impedindo inclusive a sua recuperação: 

  • Além da notória falta de responsabilidade na administração pública com a não aplicação correta dos recursos necessários e previamente alocados para o atendimento do aumento das demandas, por diversos motivos (desvios de verbas, obras superfaturadas, falta de planejamento, “cabides de empregos” com pessoas não técnicas ocupando altos cargos de decisão, por pura indicação política etc), esses governos vêm sistematicamente tentando esconder da sociedade brasileira, e parece que até de si mesmos, a real situação a que conduziram nosso país, subestimando a inteligência do seu povo, interpretando de forma tendenciosa, e/ou maquiando números, não assumindo suas culpas e negligências, e buscando arrumar culpados ou terceiros para imputar-lhes responsabilidades. Tudo isso só para dar um jeitinho de poder “levar a situação” até depois das eleições. – Até o pobre São Pedro, que antes era considerado um santo homem, a quem Deus um dia confiou a sua Igreja, agora está sendo taxado como o maior culpado disso tudo e, desta forma, estão usando o seu santo nome em vão, e até como bode expiatório... – Que sacrilégio! 
  • Outro grande erro estratégico dos nossos governos é a pouca preocupação com a eficiência energética e com o uso mais racional de água. – Veja: Eficiência é fazer mais com menos. Vou explicar melhor: Para manter controlado num certo nível uma caixa d’água que tem um consumo variável e um pouco crescente, como por exemplo a caixa d’água gigante do Sistema Cantareira, não existem mágicas nem milagres; existem apenas duas formas factíveis: ou aumentando-se gradativamente a quantidade de água que entra na caixa, o que é muito oneroso monetariamente e ecologicamente falando, e tão pouco é possível a curto prazo, e/ou reduzindo-se gradativamente a saída de água da caixa, mantendo-se o mesmo trabalho que fazia antes, ou seja: todo mundo diariamente bebendo água, tomando banho, cozinhando, lavando, e as indústrias, comércio e repartições públicas consumindo o que precisam normalmente, mas de uma forma mais racional. Para isto acontecer é preciso usar com maior eficiência esse recurso! – Custa bem menos, é muito mais rápido, mais inteligente, não agride o meio ambiente, e é urgente. – De forma bastante semelhante podemos analisar o consumo de energia elétrica do país. 
  • A criação da cultura de um governo paternalista com a massa vai na contra-mão da construção da justiça social e só contribui para agravar a situação, pois, enquanto o governo se preocupa em cativar o povão (digo cativar = “tornar cativo”), com bolsa disso e bolsa daquilo, impede a dignidade desse povo em poder conquistar com o suor do seu trabalho tudo o que precisa para suas famílias, e acaba por educar mal, criando uma cultura devastadora, carregando e distribuindo o ônus desta “cortesia” aos tolos, com todos os cidadãos que trabalham e pagam seus impostos. – Agora recentemente o governo criou o projeto “Minha Casa Melhor” que incentiva a população a consumir mais água e principalmente mais energia. – O governo deveria se preocupar em oferecer para todos aquilo que é de sua responsabilidade: segurança, saúde, e educação de qualidade; isso sim é respeito e o resgate da cidadania de um povo. – No ano passado, o governo anunciou em rede nacional no intervalo da novela das nove da Rede Globo o desconto de 20% na conta de energia elétrica, mas de verdade deu menos, e o custo deste desconto ele dividiu entre as concessionárias de energia elétrica e com o tesouro nacional, ou seja, com o bolso meu e o seu, caro leitor, que suamos a camisa todos os dias para poder pagar nossos impostos em dia. – Agora que o governo percebeu a besteira que fez está tendo que aumentar o custo da energia elétrica para pagar a manutenção das termelétricas, mas, com certeza, não o fará até as eleições, carregando assim, por mais 8 meses a conta que pagaremos em dobro. 

Falando ainda da caixa d’água gigante do Sistema Cantareira, se a sua gestão fosse realmente bem feita, os seus técnicos, que dizem monitorar diariamente o nível da “caixa d’água”, deveriam previamente desenvolver estudos técnicos, analisar estatísticas, mapas de chuvas, considerar o aquecimento global, fazer estudos de cenários, informar a população previamente quanto à possibilidade de desabastecimento para começarem a economizar água, fazer campanhas, desenvolver planos de contingência “A”, “B” e “C”, e planos emergenciais. – Isso é o mínimo que poderia se esperar de uma gestão capacitada e responsável, para se evitar que a situação chegasse ao ponto a que chegou, dando um susto na população e, assim, pudesse impedir que milhões de famílias se sujeitassem ao caos que hoje estão vivendo... 

Mas, deixando agora esse negócio de caixa d’água de lado, de verdade mesmo, a dúvida que não quer calar, é: Como pode um país que tem a 7ª maior economia do planeta, a quem foi acreditado, confiado e escolhido por todas as nações do mundo para sediar a Copa e as Olimpíadas, maiores eventos esportivos do mundo, um país que tem as maiores reservas naturais de água doce do planeta (mais de 12%), estar sofrendo uma crise tão grave de desabastecimento simultâneo de água e de energia elétrica? – Não é possível, meu Deus! – Alguma coisa muito errada com certeza está acontecendo! – Ou será que muitas coisas??? – Puxa, mesmo que seja apenas uma, deve ser algo bastante sério e muito grave... 

Penso que, ainda enquanto é possível remediar a situação, é hora de todos os governos pararem de brincar com esse “joguinho de faz de conta de administrar” que não engana ninguém, na verdade somente aos seus pobres e tolos cativos, e terem o mínimo de coragem, decência, honradez e compromisso com aqueles que, através da procuração do seu voto, confiaram a eles os cargos que hoje ocupam, e assumirem uma postura humilde e verdadeira de um país que hoje se encontra deficitário, sofrendo e precisando urgentemente de cuidados especiais para não sucumbir seco, esturricado e no escuro. Isso seriam as trevas de um país. 

Haaaaa, mas se eu pudesse sonhar ser o presidente da república, juro que resolveria essas duas “paradas” em pouco tempo, e com apenas 7 canetadas – Na bíblia está escrito que o número 7 é o número da perfeição. Longe de mim querer ou pensar em ser perfeito (perfeito mesmo só Deus que nos criou e, ainda assim, os homens o mataram). – Mas sou perfeitamente capaz de entender o que é tão lógico e óbvio. E você, caro leitor, trabalhador, pessoa comum, mesmo não sendo especialista em água e nem em energia, se também tivesse esta oportunidade, tenho certeza de que pensaria pelo menos nessas 7 providências básicas que eu tomaria em meu sonho de governo, decisões que, para mim, são emergenciais, estratégicas, e até bastante simples, mas que, com certeza, preparariam o país e o nosso povo a passarem com menor sofrimento por este período de crises “que está apenas começando”, para que, se Deus quiser e se os governantes não atrapalharem, quiçá colaborarem, em breve o país possa dela sair e retomar o seu crescimento: 

  1. Imediatamente assumiria publicamente a situação caótica de desabastecimento simultâneo de água e de energia do Brasil, e declararia em seguida os racionamentos compulsórios de água em algumas regiões e de energia elétrica em todo o país, por um período mínimo de seis meses, tomando como base a média do consumo dos três meses do ano passado, sendo o mês atual, um para frente e um outro para trás. A princípio aplicaria um racionamento de 20% para consumidores residenciais e de 10% para os demais, premiando com desconto aqueles que obtivessem significativo desempenho e, é claro, multando em pelo menos 50% sobre os valores que ultrapassassem a meta de economia. – Passados os seis meses, analisaria a situação e se ainda fosse necessário, prolongaria o tempo, e até mesmo aumentaria os percentuais de racionamento, pois o povo já estaria acostumado com os novos hábitos e suportaria este aumento – Durante a Copa e Olimpíadas, junto com todos os brasileiros, eu nada temeria, pois tenho a certeza de que daríamos ao mundo uma lição não só de futebol e de amizade, mas de cidadania, ética e de respeito pela ecologia, mostrando para todos que aqui, no Brasil, nós também damos a atenção devida e nos preocupamos em usar de maneira mais racional e sustentável esses recursos tão nobres. Isso, com certeza, teria grande e positiva repercussão em todo o mundo, trazendo assim, mais divisas para o país. 
  1. Desenvolveria campanhas educacionais e alertaria a população que o gasto de água e/ou de energia é composto de dois fatores básicos: 

·         Consumo (de água ou potência elétrica) de certo equipamento, por exemplo, o chuveiro elétrico, que consome x litros de água por segundo e tem uma potência de x Watts, incentivando a todos para usarem equipamentos com Selo A de consumo de água e de energia elétrica, e acessórios que comprovadamente reduzem o consumo desses recursos;

    • Tempo de uso desses equipamentos, neste caso, o tempo de banho, incentivando todos a desenvolverem novos hábitos mais saudáveis de consumo de água e de energia elétrica. 
  1. Iniciaria um trabalho para os próximos 20 ou 30 anos, para aos poucos, poder mudar a cultura de consumo do povo brasileiro, mostrando a importância e ensinando as diversas formas que existem para um consumo mais racional de água tratada e de energia elétrica na ponta, orientando a população a desenvolver novos e melhores hábitos de consumo – É sabido que o chuveiro elétrico está presente na grande maioria dos lares brasileiros pertencentes às classes C, D e E das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, é o eletrodoméstico mais barato que existe numa residência, e também, é o que diariamente, mais consome água e energia elétrica. Desta forma, é o responsável pela maior parcela das contas de água e de energia dessas famílias, sendo o maior causador do efeito “Horário de Ponta”, pico no consumo energético (entre as 18:00h e 21:00h), que modula significativamente a curva de carga, do SIN (Sistema Interligado Nacional) aumentando entre 18 e 35% a demanda de energia elétrica neste período. – O que poucos sabem é que, recentemente, quando o Brasil ainda não estava em risco de racionamento de energia elétrica, diariamente, durante o “Horário de Ponta”, o ONS (Operador Nacional do Sistema) já era obrigado a ativar dezenas de usinas termelétricas para poder suprir diariamente o aumento da demanda durante essas três horas, produzindo assim, uma energia não limpa e muito mais cara – Portanto, o chuveiro elétrico tem enorme potencial para ter o seu consumo de água e de energia “eficientizado”. 
  1. Desenvolveria políticas públicas que incentivassem a população a usar equipamentos mais eficientes, ou acessórios que economizem esses recursos como é o caso, por exemplo, do ECO Shower Slim ( www.ecoshower.com.br ), acessório de baixo custo, que, ligado ao chuveiro elétrico comum, tem a capacidade de, mantendo o conforto do banho, economizar mais de 40% de água tratada e mais de 40% de energia elétrica, conforme depoimentos de usuários, e comprovação da UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá) que testou o produto e emitiu Laudo Técnico atestando as economias deste acessório. 
  1. Depois que eu tomasse as medidas emergenciais, se os meus colegas partidários e contra-partidários ainda me deixassem governar, eu reduziria a zero o IPI dos equipamentos com Selo A de consumo de água e de energia elétrica e dos acessórios que comprovadamente reduzem o consumo desses recursos. 
  1. Através de subsídios parciais e em parceria com SEBRAE, ABESCO, PURA, universidades e outras entidades de comprovada capacidade técnica, eu incentivaria as indústrias, comércios e repartições públicas a desenvolverem diagnósticos energéticos e de consumo de água para implementação de técnicas antigas de GLD (Gerenciamento pelo Lado de Demanda) para promover maior eficiência no consumo e o uso mais racional de água e de energia elétrica. 
  1. Finalmente, com relação à educação e à pesquisa, eu fomentaria o desenvolvimento de nova cultura e de tecnologias mais eficientes da seguinte forma: 

·         Em parceria com o MEC e com as concessionárias que exploram os serviços de distribuição de água e de energia elétrica eu incentivaria o desenvolvimento de dinâmicas escolares, e criaria feiras tecnológicas ou de sustentabilidade, e prêmios desde a pré-escola até o pós doutorado que incentivassem todos a pensar de forma mais ecológica e eficiente. Os prêmios seriam subsidiados pelas concessionárias;

·         Em parceria com a FINEP e com as FAPs estaduais, desenvolveria Editais para a subvenção de projetos de inovação com recursos não reembolsáveis, para o desenvolvimento de inovações e geração de patentes que promovessem a eficiência e uso mais racional de energia elétrica, e ainda criaria prêmios anuais para projetos que promovessem a eficiência e o uso mais racional desses recursos. 

Claro que muito mais poderia e deveria ser feito, mas no meu sonho, eu acredito de verdade que faria tudo simples assim... 

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